Os perigos da automedicação

Os perigos da automedicação

Quem nunca usou um analgésico sem prescrição medica para aliviar a dor de cabeça que atire a primeira pedra.

Porém, apesar de parecer um habito inocente e sem maiores consequências o uso de remédios sem o conhecimento do médico pode agravar as doenças preexistentes no seu organismo assim como lhe trazer novas enfermidades.

O habito de se automedicar já se tornou um hábito comum entre os brasileiros, tanto que uma pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abifarma) apontou que 80 milhões de pessoas tomam remédios para amenizar as dores sem antes consultar um médico.

Entretanto um alerta vermelho surge quando lembramos em consideração que o uso de medicamentos sem recomendação do médico pode prejudicar o funcionamento de órgãos vitais como rins, fígado e coração; causando insuficiência hepática, hepatite, cirrose, mal súbito cardíaco, e até mesmo pedras nos rins.

Em outros casos o uso de medicamentos sem orientação médica pode provocar uma reação alérgica, evoluindo para sintomas como dificuldade em respirar ou inchaço da pele, ocorrência que é bastante comum com a Penicilina, por exemplo.

 

Além disso tudo, ainda temos que lembrar que sem a orientação de um profissional da área da saúde o paciente pode tomar o remédio errado, uma quantidade excessiva ou insuficiente do medicamento e até mesmo interromper a medicação sem que a doença esteja efetivamente curada. Tudo isso se deve ao fato de que o paciente nem sempre sabe o diagnóstico correto da doença, não conseguindo por tanto trata-la e contribuindo para que o problema se agrave.

 

Em casos graves é possível até mesmo que a automedicação provoque a morte do paciente súbita do paciente, pois o organismo não suporta o remédio ingerido.

Outro grande perigo é a automedicação na gravidez, que pode prejudicar o desenvolvimento do bebê provocando malformações físicas, malformações cerebrais e até aborto. Por isso, a maioria dos remédios e inclusive produtos naturais, como chás, não podem ser tomados durante a gravidez sem orientação médica.

Com relação às crianças também é necessário ter uma atenção especial, já que na maioria dos casos os remédios infantis tem suas doses variando conforme a idade e o peso. Desta forma doses erradas além de não combaterem as doenças podem ainda prejudicar o crescimento e desenvolvimento infantil.

Vele salientar que no Brasil, entre os remédios que aparecem principais fontes da automedicação estão os que combatem dor de cabeça, dor muscular, tosse e resfriados, e perturbações digestivas, como prisão de ventre, diarreia e ardor no estômago. Além deles, os remédios para rinites alérgicas, alergias de pele, verrugas, e problemas cutâneos moderados completam a lista.

Então diante da gravidade da situação nuca é demais lembrar que a automedicação é sempre inadequada e pode ter efeitos colaterais desagradáveis e até fatais.

O uso de medicamentos de forma incorreta pode mascarar o verdadeiro problema e acarretar o agravamento de uma doença. Por isso é imprescindível valorizar o acompanhamento do profissional de saúde, e sempre agendar uma consulta com o médico sempre que algo estiver errado com sua saúde.

Somente o médico conhece todos os efeitos das substancias que compõem os medicamentos, sendo que mediante a exames é ele quem deve fazer a prescrição.

Além disso ao adquirir o medicamento é obrigação do farmacêutico exigir a receita, e ainda informar ao paciente sobre a forma segura de usar o medicamento, ajudando assim que a doença seja curada sem que haja efeitos colaterais danosos à saúde.

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