Conheça um pouco mais sobre os Engenheiros Sanitários

Conheça um pouco mais sobre os Engenheiros Sanitários

Um mercado de trabalho aquecido, e uma carreira promissora. Hoje dia 13 de Julho é do dia dos Engenheiros Sanitários, e nós do Blog Tá Agendado vamos falar tudo sobre essa profissão.

 

Sempre ouvimos falar que que dos trabalhos com meio ambiente virão as profissões do futuro. Entretanto na área de engenharia sanitária o futuro já está se tornando a do presente

Algumas pesquisas na área firmam que a sustentabilidade é o tema e o desafio político e econômico para a humanidade no século 21. As recentes Conferências da ONU sobre Mudanças Climática (COP) e Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), esta realizada no Brasil em 2012, atestam essa preocupação com o meio ambiente. Os alertas sobre o aquecimento global, dados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), também. Independentemente dos resultados das conferências, elas refletem – e geram – uma maior discussão pública sobre as questões ambientais. E, aí, entra o engenheiro sanitarista.

Para conquistar o título de engenheiro sanitarista (e ambiental) é necessário concluir o curso de graduação nesse curso. Outro caminho é cursar graduação em engenharia civil e se especializar em saneamento. “É importante salientar que cursos de especialização em engenharia, com exceção da pós-graduação em engenharia de segurança no trabalho, não conferem atribuições ao profissional. Ou seja, o engenheiro civil com especialização em saneamento terá atribuições para trabalhar com ‘concepção comum’ de saneamento”, afirma Brotto. Por sua vez, quem se forma em engenharia sanitarista tem atribuições mais amplas em saneamento ambiental.

O mercado de trabalho está aquecido para o engenheiro sanitarista. Além da discussão pública e da pressão da sociedade, algumas políticas setoriais estão impactando positivamente a busca por esse profissional no País. A de maior destaque é a recente Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei no 12.305/2010), que incentiva a reciclagem e a sustentabilidade. Empresas, municípios, Estados e demais instituições devem organizar o descarte apropriado dos materiais. Para isso, eles contam com o conhecimento, entre outros profissionais, do engenheiro sanitarista, que desempenha atividades basicamente associadas ao saneamento ambiental. Ele é o responsável pelo diagnóstico, elaboração e coordenação de projetos de saneamento básico e de obras sanitárias. Mas não só isso.

 

O que é preciso para se tornar um bom Engenheiro Sanitarista

Em primeiro lugar é preciso saber que o profissional da área deverá desempenhar atividades principalmente nas áreas de saneamento básico (água, esgoto, resíduos e drenagem), saúde pública, controle e remediação ambiental, gestão ambiental e licenciamento ambiental.

O profissional deverá ter aptidões como por exemplo, adquirir, desenvolver e integrar conhecimentos e habilidades das áreas de humanas, exatas e biológicas. Por isso, é importante que consiga desenvolver trabalhos em grupo, que saiba se comunicar e se relacionar adequadamente com os demais profissionais, que seja organizado e tenha raciocínio lógico.

A formação acadêmica para atuar na área é a graduação em engenharia sanitária e ambiental. Em seguida, existem alternativas de especialização de acordo com o objetivo pessoal e a área específica em que se deseja atuar. Em áreas que demandam muito conhecimento técnico, é necessário dar continuidade acadêmica por meio do mestrado e/ou doutorado. Os cursos de especialização e MBAs são indicados para trabalhar com gestão.

De acordo com pesquisas o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), a remuneração média inicial do profissional de engenharia sanitária para 40 horas de trabalho semanais é de R$ 5.763.

No Brasil as oportunidades de trabalho são muitas uma vez que o mercado de trabalho está em expansão devido ao aumento das pressões legais na área de meio ambiente, da preocupação ambiental por parte da população e das exigências nacionais e internacionais. O campo de atuação é amplo. O profissional pode trabalhar em consultorias ambientais, órgãos públicos, indústria, empresas privadas e até no terceiro setor.

 

 

 

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