Como cuidar do seu próprio umbigo

Como cuidar do seu próprio umbigo

Saiba como evitar o acumulo de sujeiras e os maus odores no umbigo

 

Pode parecer brincadeira, mas o fato é que muita gente não sabe cuidar do próprio umbigo. E o resultado disso é o cumulo de sujeira, a produção de maus odores e até mesmo – pasmem! – o alojamento de insetos dentro da cavidade umbilical.

Na maioria dos casos a causa mais comuns desse problema é a pura de higiene. Mas em outros casos mais graves o problema pode surgir devido a cortes, infecções, ou até mesmo devido ao desenvolvimento de cistos subcutâneos.

Fatores que causam doenças no umbigo

Má higiene

Em primeiro lugar é preciso saber ainda que o seu umbigo tem o seu própria pequeno ecossistema. Os pesquisadores descobriram que nossos umbigos podem ser a casa para cerca de 70 tipos diferentes de bactérias, fungos e outros germes podem ficar preso também dentro da região do umbigo.

E quando a higiene é ruim esses germes acabam fazendo a festa em uma mistura de pele morta, sujeira, suor e oleosidade. Isso faz com que as bateres se multipliquem, e são elas quem vão produzir os maus odores – assim como acontece embaixo das axilas.

Nesses casos a melhor forma de cuidar do umbigo é lavar bem ele com agua e sabão durante o banho. Em seguida secando o mesmo com uma toalha limpa. E por fim pode se aplicar álcool absoluto dentro da cavidade com a ajuda de um cotonete – o que vai ajudar a matar todas as bactérias.

Outra dica importante para quem sofre para controlar as bactérias no umbigo é sempre que possível deixar a região abdominal exposta ao sol, ajudando na secagem da cavidade umbilical.

 

Cirurgias recentes e piercings

Também é comum que cirurgias recentes no abdômen e a colocação de piercings causem mau odor, mas nesse caso o mal-estar costuma ser passageiro, sendo que os odores só permanecem durante o período em que a pele se cicatriza.

Nestes casos recomenda-se esperar a cicatrização. E se essa não ocorrer no período previsto o paciente deve procurar um médico.

 

Cistos sebáceos

Também é bastante comum o aparecimento de cistos sebáceos na região do umbigo. Eles são originários das glândulas sebáceas, que normalmente produzem uma mistura lipídico-cerosa e oleosa chamada sebo para lubrificação da pele. Essa mistura tem propriedades protetoras, mas o problema é quando uma das vias por onde ela passa se entope provocando o enchimento da região de sebo, o qual vai ser consumido pelas bactérias se transformando em uma infecção.

Nesses casos é comum que o paciente sinta fortes dores e muita coceira no umbigo. E a recomendação é de que ele seja levado imediatamente para o hospital onde será marcado um procedimento cirúrgico para a retirada do cisto.

 

Infecções

Mais graves do que a simples presença de bactérias ou do que os cistos sebáceos são as infecções. Estas se dão quando as bactérias se alojam dentro dos tecidos, em algum corte exposto por exemplo, tendo acesso a se alimentar do próprio tecido ou dos nutrientes da corrente sanguínea.

Nesse caso as bactérias podem causar sérios danos ao tecido, provocando feridas que com o passar do tempo vão se tornando cada vez maiores (e mais malcheirosas). Em casos extremos pode ser que essas bactérias acabem inclusive se espalhando pela corrente sanguínea, afetando outros órgãos do corpo.

Então antes de tudo é preciso procurar sintomas que vêm junto com estas condições, tais como:

  • Inchaço e vermelhidão
  • Coceira
  • Dor
  • Pus
  • Uma crosta em torno de seu umbigo
  • Febre

 

Ao perceber um desses sintomas você deve procurar imediatamente um médico.

Tanto o clinico geral quanto um dermatologista estarão habilitados para fazer a desinfecção do local, e até mesmo a sutura se preciso. Em seguida é normal que estes profissionais prescrevam o uso de antibióticos para combater as bactérias que possivelmente tenham ido parar na corrente sanguínea.

 

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